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Informações sobre atendimento (COVID-19)

A L C Bolonha entende as preocupações que podem surgir neste momento devido ao surto de COVID-19. Entendemos também as preocupações que surgem nesse momento de crise e incertezas quanto ao abastecimento da cadeia produtiva.

Deixando sempre claro que nossa prioridade é a segurança de nossos clientes, colaboradores e seus familiares, gostaríamos de compartilhar algumas informações importantes quanto ao atendimento de nossos clientes.

Atendimento externo: Conforme orientação das autoridades sanitárias e para diminuir o fluxo de pessoas, nossos técnicos e vendedores externos deixaram de realizar atendimentos presenciais até nova orientação das mesmas autoridades. Porém, estão a disposição de nossos clientes pelos meios de comunicação habituais, ou através de um de nossos meios de comunicação, indicados nesta página!

Atendimento interno: Também atendendo as recomendações das autoridades sanitárias, passamos a operar com o mínimo possível de pessoas em nossas instalações, sendo que alguns colaboradores estão trabalhando no sistema Home office. Além disso, disponibilizamos produtos e equipamentos adicionais de proteção, como o momento exige.

Estoques e logística: Nossos estoques são dimensionados para atendimento de nossa carteira habitual e uma previsão de aumento na demanda de acordo com projeções de mercado e projetos em fase final de aprovação, além de um estoque de segurança. Portanto, temos previsão de fluxo de mercadorias para atender a demanda normal de nossos clientes. Qualquer demanda acima destas previsões poderá comprometer nossos estoques bem como dos clientes, assim poderemos não dispor de mercadoria para o atendimento dessa demanda adicional não prevista.

Até o momento, nossos principais fornecedores não informaram alterações em nossas programações de produção/importação que possam sugerir eventuais falhas no abastecimento.

Além disso, não temos informações de restrição do fluxo de mercadorias nas regiões atendidas por nossa empresa.

Assim, não esperamos qualquer problema para o atendimento regular de nossos clientes.

Estamos todos unidos para superar este momento difícil, que vai passar, e temos certeza que sairemos ainda mais fortalecidos como seres humanos.

 

Essa página ficará destinada a atualizações sobre as operações durante esse período.

 

Em caso de dúvidas, entre em contato pelo Whatsapp:

(41) 99534-1503 / (41) 99538-2980

 

 

CHR-HANSEN: Atualização COVID-19: ainda estamos em modo operacional completo.

17 de Março de 2020

O coronavírus continua a evoluir e se firmar em escala global. Monitoramos a situação de perto e nos concentramos incansavelmente no fornecimento de produtos para nossos clientes em todo o mundo, presevando a saúde e a segurança de todo o Chr. Funcionários da Hansen.

A saúde e a segurança de nossos funcionários são absolutamente fundamentais para nós, e é por isso que instituímos uma série de diretrizes em toda a organização, cumprindo os protocolos das autoridades de saúde locais e globais em cada um dos mercados em que operamos.

Muitos de nossos funcionários em todo o mundo estão, portanto, trabalhando em casa hoje em dia para ajudar a diminuir a propagação do COVID-19. Como empresa, estamos comprometidos em fazer tudo o que pudermos para manter o funcionamento de nossa sociedade e manter funcionários, parceiros e clientes em segurança.

Nestes tempos de adversidade, entregar a nossos clientes continua sendo uma prioridade fundamental para nós. Garantir o suprimento global de alimentos é mais crucial do que nunca e, portanto, temos o prazer de confirmar que ainda estamos no modo operacional completo. Nossas unidades de produção em todo o mundo ainda operam com capacidade normal e nossos inventários servem como um estoque de segurança para nos fornecer um buffer sólido caso a situação mude.

(Texto retirado e traduzido de https://bit.ly/2WGAGEl )

Queijos Azuis

VOCÊ SABE O QUE É UM QUEIJO AZUL?

Você conhece o queijo gorgonzola italiano? Esse é um dos exemplos de queijo azul. Queijos azuis são aqueles colonizados por fungos. Os fungos crescem no queijo e formam aqueles veios azul-esverdeados. Além do gorgonzola, o roquefort francês, o queijo de valdeon e o queijo cabrales espanhol também são considerados como queijo azul.

MAS QUE FUNGOS SÃO ESSES? COMO É QUE ELES VÃO PARAR LÁ NO QUEIJO?

O fungo azul mais comum é o Penicillium roqueforti. Esse fungo contaminava naturalmente o queijo que era feito nas montanhas altas da Europa. É costume nesses lugares maturar os queijos dentro de cavernas, onde a temperatura é ideal, e, como a caverna está cheia de fungos, eles passam a crescer nos queijos.

Quando os fungos crescem em frutas ou pães consideramos esses alimentos estragados, mas, no queijo, não. O Penicillium confere sabor e aroma muito apreciáveis, tornando os queijos fortes, para comer pouco, e de preferência com um bom vinho. São muito bons também para fazer molhos e patês.

Onde não há montanhas como as européias, também é possível fazer queijos azuis, simulando as condições das cavernas, comprando e adicionando o Penicillium, que é vendido desidratado para as queijarias. Assim como se faz com outras bactérias láticas, utilizadas como fermentos, o laticínio coloca o Penicillium no leite e faz o queijo, que depois vai para câmaras de maturação com temperatura e umidade que simulam as cavernas européias, e pronto!

Existem também alguns tipos de queijo que recebem em seu preparo a adição de corantes naturais como a clorofila, permitindo que os queijos tenham veias verdes-azuladas.

Assim, pode-se fazer queijos azuis em qualquer lugar do mundo, inclusive no Brasil. Mas esses queijos não podem se chamar gorgonzola ou roquefort fora dos seus lugares de origem. Quando se faz queijo gorgonzola no Brasil, deve estar escrito na embalagem “queijo tipo gorgonzola” ou “queijo tipo roquefort”, para indicar que é parecido com aquele, mas não é igual, não é original.

Esses queijos podem ser fabricados com leite de cabra, vaca ou ovelha. Por ter um contato mais duradouro com o ar, a parte externa deles são mais secas. Para cortar os queijos azuis é recomendado utilizar uma faca especifica chamada “Fio Cortante” essa faca evita que o queijo quebre e permite que outros tipos de mofos não se desenvolvam no queijo, afetando seu sabor original.

TIPOS DE QUEIJOS AZUIS MAIS CONSUMIDOS E SEUS PAÍSES DE ORIGEM:

Gorgonzola: Um queijo produzido com leite de vaca, originário de Milão na Itália. Sua massa é cremosa, com sabor intenso.

Bleu de Bresse: Este queijo é produzido com leite de vaca, originário da província de Bresse,  na França. É um queijo delicado fabricado com 50% de gordura em sua composição.

Cambozola: Este queijo também é produzido com leite de vaca e é fabricado na região de Chiemgau, na Baviera.  O leite deste queijo contém uma adição de creme, deixando-o com uma textura mais consistente.

Roquefort: Este conhecido queijo é produzido com leite de ovelha e é originalmente francês. Seu sabor é picante e a massa é mole, com casca úmida.

Bleu d’Auvergne: Um queijo produzido com leite de vaca, fabricado na região de Auvergne, na França, sua massa é delicada e cremosa, com sabor picante e aroma de flores silvestres.

Ciel de Charlevoix: Este queijo é fabricado no Canadá, contém ligeiras veias azuis e é bastante cremoso, harmonizando muito bem com vinhos do Porto.

Stilton: Este queijo azul é produzido com leite de vaca, sendo originário da Inglaterra.

Foume d’Ambert: Este outro queijo francês, também é produzido com leite de vaca, sendo fabricado na região de Auvergne, possui uma forma cilíndrica e sabor intenso.

Referências:

BELOTI, Vanerli. Queijos azuis. 2014. Disponível em: https://www.milkpoint.com.br/artigos/industria/queijos-azuis-205632n.aspx. Acesso em: 16 mar. 2020.

QUEIJOS azuis. 2015. Disponível em: https://www.produtosfinos.com.br/queijos/queijos-azuis/. Acesso em: 16 mar. 2020.

Formas de aproveitamento do soro de leite

O QUE É O SORO?

Considerada como uma fonte riquíssima de nutrientes, a proteína do soro do leite é extraída durante o processo de transformação do leite em queijo.

Por ser um subproduto da fabricação de queijo, representa 85 a 90% do volume de leite utilizado e retém em torno de 55% dos nutrientes do leite. Para produção de 1 kg de queijo tradicional são utilizados 10 L de leite de vaca ou 5,5 L de leite de búfala, sendo obtidos 9 e 4,5 L de soro de queijo, respectivamente (JELEN, 2003).


FORMAS DE APROVEITAMENTO

O queijo de ricota é uma das alternativas para reutilização de soro. O princípio de fabricação da ricota é baseado na precipitação das proteínas do soro por meio de calor associado a acidificação, constituindo uma alternativa para o aproveitamento do soro. É possível adicionar a este soro 5 a 20% de leite integral ou desnatado, para aumentar o rendimento na produção da ricota (FOX; MCSWEENEY, 2004).

O soro de leite também pode ser utilizado como constituinte de produtos denominados bebida láctea no Brasil, além de leite em pó ou fluido com diferentes teores de gordura, creme de leite, entre outros ingredientes lácteos, como caseinato e concentrado proteico de soro.

Como suplemento alimentar no Brasil, o soro do leite é legislado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Comercializado líquido ou em pó, possui alto valor nutricional e apresenta ótima aceitação pelos consumidores, especialmente pelos praticantes de esportes em academias onde é conhecido pelo nome de whey protein (APIL RS, 2017). Santos e Buriti (2010) constataram que as proteínas do soro lácteo também podem gerar efeitos funcionais, benéficos à saúde, por originarem peptídeos bioativos nos produtos lácteos e durante o processo digestivo.

Recentemente foi identificado um componente com potencial de minimizar os efeitos adversos da hipertensão, segundo pesquisas da Embrapa, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde foram analisadas pequenas partes de proteínas (peptídeos) do soro do leite em testes in vitro que indicaram vasodilatação nas artérias de cobaias entre 80 a 100%. O resultado sugere que um indício bastante promissor quanto à capacidade anti-hipertensiva de peptídeos do soro do leite, efeito similar ao obtido com medicamento (EMBRAPA, 2015).

Referências bibliográficas:

JELEN, P. Whey processing. In: ROGINSKI, H.; FUQUAY, J.W. AND FOX, P.F. (eds.). Encyclopedia of Dairy Sciences, Academic Press, v. 4, p.2739-2751, 2003.

FOX, P. F.; MCSWEENEY, P. L. H. Cheese: Chemistry, Physics and Microbiology. Elsevier Academic Press, London, v. 2, p. 345–346, 2004.

APIL RS, Soro, a riqueza desperdiçada: de descarte na fabricação de queijos à produto de alto valor industrial. Revista Leite & Queijos, Porto Alegre, v. 6, n. 33, p.8-12, abr. 2017.

SANTOS, Karina Maria Olbrich dos; BURITI, Flávia Carolina Alonso. Soro lácteo: resíduo, subproduto ou ingrediente funcional para alimentos? 2010. EMBRAPA CAPRINOS E OVINOS. Disponível em: www.portaldoagronegocio.com.br/artigo/soro-lacteo-residuo-subproduto-ou-ingrediente-funcional-para-alimentos

EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Pesquisadores identificam composto benéfico para a saúde em soro de leite. Segurança alimentar, nutrição e saúde. Brasília, DF – Brasil, 2015. Disponível em: https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/4989705/pesquisadoresidentificam-composto-benefico-para-a-saude-em-soro-de-leite

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